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6 de março de 2014

Feminismo?


Feminismo é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana, por meio do empoderamento feminino e libertação de padrões opressores baseados em normas de gênero.
 Wikipédia

 Tenho lido algumas matérias em revistas e também alguns posts no Facebook sobre o feminismo. Apesar da definição de feminismo, muita gente acha que ser feminista é poder sair por aí mostrando o corpo, afinal "o corpo é meu e eu faço com ele o que eu quiser".

Recentemente a cantora Pitty publicou uma declaração em defesa da também cantora Anitta. Um trecho diz assim:
O que me deixou aflita e o que eu queria dizer para aquelas meninas que mandaram as mensagens é: NOSSO CORPO É NOSSO. Não deixe ninguém te dizer o contrário. Desfrute dele, assuma-o com a forma e tamanho que ele tiver, vivencie seu corpo- assumindo a responsabilidade que isso traz. Esse empoderamento é importante pra todas nós. Nós podemos usar a roupa que quisermos, podemos dizer o que quisermos, podemos ficar com quem quisermos, a hora que quisermos. Somos donas do nosso destino e estamos aqui para sermos felizes e nos sentirmos bem. O resto, meus amores, é só opressão.
Depois que li esse texto me deu vontade de escrever sobre este assunto. A Pitty e muitas outras mulheres estão enganadas sobre isso.
Acontece que hoje em dia a mulher virou objeto. Muitas acham que serão felizes somente se chamarem a atenção dos outros, e fazem isso da forma errada. Saem por aí semi-nuas (as vezes nuas mesmo), ou com maquiagem exagerada, ou linguajar sujo. Ou, ainda como disse a Pitty: "Nós podemos usar a roupa que quisermos, podemos dizer o que quisermos, podemos ficar com quem quisermos, a hora que quisermos."
Saber que tantas pessoas no mundo se deixaram seduzir pela falsidade de que nosso corpo é um mero objeto a ser ostentado ou exibido abertamente me deixa bastante chateada.

Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
1 Coríntios 6:19
Noutro dia estava lendo um discurso da conferência geral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o discurso chama-se "A Santidade do Corpo" da Susan W. Tanner.
Um dos meus trechos preferidos do discurso da Susan diz assim:
O que aconteceria se realmente tratássemos nosso corpo como um templo? O resultado seria um drástico aumento na castidade, no recato, no cumprimento da Palavra de Sabedoria, e um decréscimo equivalente nos problemas com a pornografia e maus- tratos, porque consideraríamos o corpo, tal como o templo, um santuário sagrado do Espírito.
Quão mais felizes não seríamos?

Não estou falando aqui que as mulheres não devem lutar por direitos iguais. Devemos continuar lutado pelos nossos direitos sim. Porém as coisas estão um pouco distorcidas.
Ninguém falou que lutar por direitos iguais dá o privilégio de sair por aí mostrando o corpo de forma indevida.

No trecho da declaração da Pitty diz assim: "estamos aqui para sermos felizes e nos sentirmos bem".
Concordo com essa parte, mas o que acontece hoje, com muita frequência, é a confusão entre felicidade contínua e felicidade momentânea.
No Livro de Mórmon - Alma 41:10 diz assim: "Eis que te digo que ainiqüidade nunca foi felicidade."

Ninguém é realmente feliz vivendo na promiscuidade.
Em outro trecho do discurso da Susan W. Tanner diz assim:

Satanás aprendeu essas mesmas verdades eternas a respeito do corpo, mas seu castigo é não ter corpo. Por isso, ele tenta fazer de tudo para conseguir que maltratemos essa preciosa dádiva ou façamos mau uso dela. Ele encheu o mundo de mentiras e falsidades sobre o corpo. Ele tenta muitas pessoas a profanarem essa grande dádiva do corpo por meio da falta de castidade e de recato, das libertinagens e vícios. Ele seduz alguns a desprezarem o próprio corpo; outros, ele tenta para que o adorem. Em ambos os casos, ele induz o mundo a considerar o corpo como um mero objeto. Diante de tantas falsidades satânicas a respeito do corpo, quero erguer hoje a voz em defesa da santidade do corpo. Testifico que o corpo é uma dádiva que deve ser tratada com gratidão e respeito.
(...)

A felicidade vem de aceitarmos o corpo que recebemos como dom divino e de fazer sobressair nossos atributos naturais, não de reformar nosso corpo à imagem do mundo.
Eu testifico dessas coisas. Nós temos um corpo e não somos um corpo.
Beleza um dia acaba...

21 de fevereiro de 2014

História da Família

Uma das coisas que ando me dedicando desde o ano passado é a história da família.
Já tenho algumas informações e estou anotando tudo no site Family Search. Lá consigo montar minha árvore genealógica, além de algumas histórias de alguns de meus antepassados e anexar fotos. 

Além de divertido, fazer a história da família é muito importante.


Milhões de pessoas em todo o mundo, de todos os credos, estão ativamente engajadas na pesquisa genealógica — tentando encontrar antepassados queridos e unir os laços familiares do passado e do presente.

Por que estão fazendo isso? Muitos provavelmente dirão que é um passatempo divertido e que se sentem motivados por uma grande curiosidade a respeito de seus antepassados. Mas é porque foram tocados pelo espírito deste trabalho. De acordo com o Velho Testamento, Elias, o profeta, voltaria à Terra para preparar o caminho do Senhor. O Espírito do Senhor é o espírito de amor que por fim superará todo o distanciamento da família humana enquanto constrói pontes entre as gerações. A pesquisa genealógica liga os queridos avós, já falecidos, aos netos que nunca os conheceram, pois preserva e compartilha suas histórias e lembranças. Uma vida não registrada é uma vida que em uma ou duas gerações cairá no esquecimento. E mais, conhecer nossos antepassados ajuda a moldar-nos e instila em nós valores que direcionam e dão significado a nossa vida.

O Profeta bíblico Malaquias profetizou a respeito do retorno de Elias, o profeta, para converter o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais (ver Malaquias 4:5–6).

A profecia foi cumprida quando o profeta Elias apareceu a Joseph Smith e Oliver Cowdery (o homem que ajudou Joseph a traduzir o Livro de Mórmon) no Templo de Kirtland em 3 de abril de 1836. Elias restaurou poderes específicos do sacerdócio ao conferi-los a Joseph e Oliver. Esse poder é o que torna possível às famílias serem seladas por gerações. Por meio do trabalho de história da família, podemos participar do cumprimento contínuo dessa promessa. Podemos aprender sobre nossos antepassados e aqueles que morreram sem a oportunidade de ouvir o evangelho e receber ordenanças, e aumentar nosso amor por eles. Podemos ser inspirados por suas histórias de coragem e fé. Podemos transmitir esse legado a nossos filhos.
Ver mais em mormon.org

Desde o ano passado tenho o hábito de escrever no diário. Não escrevo diariamente, mas tento pelo menos uma vez por mês fazer o apanhado geral dos desafios que tive e como eu fiz pra superá-los. Um dia, quando eu não estiver mais aqui, meus filhos e netos poderão ler e me conhecer melhor, quem sabe minhas histórias possam ajudá-los a superar algum desafio, ou quem sabe possa confortá-los em algum momento de angústia.

Eu sei que essas coisas são verdadeiras.
As famílias podem ser eternas.